te mando cheiros de meu domingo a meio sol. no caminho há jasmineiros em flor, o que perfuma os passos, monitorados por um aplicativo que não foi programado para essas sutilezas. ele também não registra os pensamentos por quilômetro percorrido, nem a natureza (amorosa) das memórias. o coração tem aguentado o tranco, mas vai disparar ao te rever. leve lenços porque meus olhos ainda são crianças, sem maturidade emocional para os "nãos" do descaminho. se eu morrer, que seja desse amor que você não sabe como socorrer. se sobreviver, que nada diminua a minha loucura, meus excessos, este viver você entre o aqui e o além. karma, meu bem, ainda não tem cura. assinado eu, seu lado são. valéria tarelho
esta é uma obra de fricção