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sobre aquele nosso quase amor de cinema

a.m. estou em pausa, apreciando a poesia que passa. sem pressa, nem promessa de próxima vez. só uma porção de talvez, servido na porcelana - branca - da manhã. e uma fatia de lembrança da tua tez, que pensei um dia. o café esfria antes do fim da história, mas "sempre teremos Paris".  há tanta vírgula lá fora... valeria tarelho

desculpe a nossa falta...

Todos os anos tiro férias virtuais, e demoro a pegar no tranco. Este ano ainda não me motivei a sair do ponto morto em relação ao blog. Primeiro, por falta de tempo, pois assumi outros papéis  , canalizei a poesia com que encaro a vida para outra esfera, que ocupa o pouco tempo livre que eu dedicava ao "textura". Segundo, e talvez mais determinante, porque em tempos de Facebook, onde se divulga tudo como em uma grande feira-livre, poucos são os que vão beber de outras fontes. Blogs poéticos estão como a maioria dos livros de poemas: praticamente ninguém compra, visita, tem tempo para. Ainda assim, e apesar dos "pensares", arrumei um fio de forças para [tentar] atualizar o blog, começando com o que andei produzindo desde a data em que parei as postagens, em 2014. Obrigada a você, que insiste em rondar por aqui :) Beijos, Val no Livro da Tribo 2015