não conto tudo às paredes do meu quarto que me dão tanto crédito nem dou desconto ao criado-mudo que compra meus segredos (os mais absurdos) acho um preço justo: o que peço e que pago por um silêncio trocado há portas que por importância alguma abro valéria tarelho *posteriormente, este poema foi musicado por Rogerinho Borges.
esta é uma obra de fricção