
de 03 a 26 de julho - Casa das Rosas
As artistas plásticas Cassia Aresta, Heloísa Ruiz Pereira, Vera Pamplona, Rosa Grizzo e Helenita Peruzzo, imersas nas palavras de Cecilia Meireles, usam a imagem da rosa como fio condutor de seus trabalhos, criando a exposição O Sexto Motivo da Rosa.
MONITORIA
de terça a sábado, das 10 às 18 horas
Com Fran Alencar, que contextualiza a vida e obra da poeta, enquanto apresenta a exposição.
* há um poema meu ilustrando a exposição.
Casa das Rosas
Av. Paulista, 37 – SP
(próx. metrô Brigadeiro)
02 Julho, 2009
29 Junho, 2009
nado de peito
num certo argumento
nado de costas
nas minhas apostas
nado livre
naquele inclusive
faço revezamento
de namorado
nado toda modalidade
nas raias da insanidade
valéria tarelho
no Livro da Tribo 2008
12 Junho, 2009
03 Junho, 2009

25 Maio, 2009
tudo ok
ou quase
naquela base
naquele impasse
como tudo
o que
não passa
emba[ra]ça a
passagem
como toda
sobra
que transborda
mas não vaza
permanece
e poda
sem posse
sem passe
para outro
que possa
partir
para o ataque
valéria tarelho
22 Maio, 2009
ver
- sem ver -
através
e além
[do ver
que melhor
[lhe]
convém]
ver
[ab_
sorver]
a vida
vindo
a vida
[ávida]
abrindo
a vida
[havida]
esvaindo
vez em quando
súbita
suave
vez em vez
vez ou outra
selvagem
[vi _]
ver além
do ver
que o verbo
contém
valéria tarelho
post novo no "impura poesia" , com poema de Everton Behenck
começou ontem, 21, o Encontros de Interrogação, no Itaú Cultural - SP ~> programação aqui
sábado, 23, às 19:30: lançamento da antologia XXI Poetas de Hoje em Dia(ante) , no Bar do Batata, Rua Bela Cintra, 1333 – Jardins - SP
Prêmio Portugal Telecom de Literatura 2009 ~> lista dos 50 finalistas
20 Maio, 2009

Te amo por sobrancelha, por cabelo, te debato em corredores branquíssimos
onde se jogam as fontes de luz,
Te discuto em cada nome, te arranco com delicadeza de cicatriz,
vou pondo em teu cabelo cinzas de relâmpago e fitas que dormiam na chuva.
Não quero que tenhas uma forma, que sejas precisamente o que vem atrás da tua mão,
porque a água, considera a água, e os leões quando se dissolvem no açúcar da fábula,
e os gestos, essa arquitetura do nada,
acendendo suas lâmpadas no meio do encontro.
Todo amanhã é o quadro onde te invento e te desenho,
disposto a te apagar, assim não és, muito menos com esse cabelo liso,
esse sorriso.
Busco tua soma, a borda da taça onde o vinho é também a lua e o espelho,
busco essa linha que faz o homem tremer
numa galeria de museu.
Além do mais te amo, e faz tempo e frio.
- tradução de Ari Roitman e Paulina Watch -
Te amo por cejas, por cabello, te dabato en corredores blanquísimos donde se juegan las fuentes de la luz,
Te discuto a cada nombre, te arranco con delicadeza de cicatriz,
voy poniéndote en el pelo cenizas de relámapago y cintas que dormían en la lluvia.
No quiero que tengas una forma, que seas precisamente lo que viene detrás de tu mano,
porque el agua, considera el agua, y los leones cuando se disuelven en el azúcar de la fébula,
y los gestos, esa arquitectura de la nada,
encendiendo sus lámparas a mitad del encuentro.
Todo mañana es la pizarra donde te invento y te dibujo.
pronto a borrarte, así no eres, ni tampoco con ese pelo lacio, esa sonrisa.
Busco tu suma, el borde de la copa donde le vino es también la luna y el espejo,
busco esa línea que hace temblar a un hombre en una
galería de museo.
Además te quiero, y hace tiempo y frío.
18 Maio, 2009
alguns instantâneos de domingo, na Oca.
(local iluminado por velas e algumas luzes indiretas + fotógrafo amador = fotos "blerghs")












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