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30 Outubro, 2009

no ar

por valéria tarelho

escritoras suicidas, edição 37 | outubro de 2009
temas: os quatro elementos (água, fogo, terra, ar) ou os signos | pés | aquele beijo que te dei

~> participo dessa edição com quatro poemas [dois inéditos] relacionados a signos.

http://www.escritorassuicidas.com.br

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28 Outubro, 2009

eu abraço essa cAUsa

por valéria tarelho em ,

Luisa Mell e Ulisses Tavares lançam livro de poesias sobre cachorros


Na companhia de alguns poetas que participam do livro, escritor e apresentadora lançam antologia em dois eventos em São Paulo, um no Pet Center Marginal, para os cachorros e o outro na Livraria da Vila da Fradique, para os humanos

No próximo dia 18 de novembro, quarta-feira, às 19h30, na Livraria da Vila da Fradique e no dia 28 de novembro, sábado, às 15h00, no Pet Center Marginal, em São Paulo, a Editora Nova Alexandria lança o livro Poemas que latem ao coração!. Organizado por Ulisses Tavares e apresentado por Luisa Mell, este livro reúne poesias sobre cachorros e traz 50 poetas como, Olavo Bilac, José Paulo Paes, Carlos Nejar, Astrid Cabral, Glauco Mattoso, Luís Pimentel, Domingos Pellegrini, Jorge Miguel Marinho, Celso de Alencar, Marcelo Tápia, Luiz Roberto Guedes, Álvaro Alves Faria, Hamilton Faria, Ricardo Soares, Renata Paccola, Ricardo Corona, entre outros.

Nas ocasiões haverá sessões de autógrafos com Ulisses Tavares, Luisa Mell e alguns dos poetas que participam desta antologia. O Pet Center Marginal fica na avenida Presidente Castelo Branco, 1795, no Pari, em São Paulo, tel.: (11) 2797-7400, e a Livraria Da Vila fica na rua Fradique Coutinho, 915, na Vila Madalena, em São Paulo, tel.: (11) 3814-5811.


Os poemas, os poetas e os cachorros

O parnasiano Olavo Bilac inspirou-se em um cachorro e escreveu o poema Plutão, que num trecho fala da fiel companhia do cão ao seu dono: “Plutão velava-lhe o sono, / Seguia-o quando acordado / O seu pequenino dono / Era todo o seu cuidado”. O poema de José Paulo Paes selecionado para essa antologia fala da cena triste de um cão guardando o cadáver do seu dono e termina dizendo: “Eu não tenho cão. Será que ainda estou vivo?” Domingos Pellegrini fez um poema em homenagem a cadela Laika, lançada ao espaço dentro do Sputinik pela União Soviética, e a compara com a viagem de sua avó: “O sputinik sumiu com a Laika e você vó subiu também para aquela moldura na parede”.
Poemas que latem ao coração! não é um livro pra quem gosta de cachorros. É para quem é apaixonado por eles. Para quem tem a plena certeza que, sem um cão, a vida seria um osso duro de roer. É também para quem compreende ou participa de movimentos, campanhas, associações de adoção de cães abandonados e contra os maus tratos aos animais. Mais que um livro, Poemas que latem ao coração é um manifesto pelos seres que não podem falar.

Para Carlos Nejar, que tem três poodles, Lelé, Cipião e Napoleão, “foi muito feliz a idéia desse livro e recebi com muita alegria o convite para participar dele” Nejar ama os cães “por sua tão rara fidelidade e por eles também saberem nos amar”. Jorge Miguel Marinho, que também tem três cachorros, Laura, Lis e Mel, participa deste livro com um poema feito em homenagem a Nero, seu cachorro de infância e parte da adolescência. Jorge Miguel deseja que todos os poetas e leitores desta feliz antologia tenham mais gestos e palavras que possam “latir ao coração”. Já o poema Adeus de Astrid Cabral fala de Fly, “um vira-lata branquinho que perdi na infância e de quem me lembro até hoje”. Astrid, que atualmente não tem nenhum cachorro, recebeu o convite para participar desta antologia também com muita alegria: “é sinal de que o meu poema tocou o coração de quem leu”.


Os “cachorreiros” Ulisses, Luisa e Rosa


O poeta e escritor Ulisses Tavares, que organizou esta antologia e se define como “um cachorreiro desde criancinha”, já fez dois Best Sellers sobre o assunto: Só não venha de calça branca – a biografia não autorizada de Tutty Antônio (Editora Saraiva) e Ferinha Mel - Retratos de um cão quando jovem (Editora Escala). Ulisses é ativista e defensor dos animais e sempre coloca um cachorro em suas histórias. A Luisa Mell foi sua inspiração para que essa antologia não fosse apenas um livro, mas pudesse reforçar o movimento pela adoção consciente e pela não violência contra os indefesos animais: “Quando eu a vi chorando por um cão maltratado, chorei junto e pensei: temos que fazer algo a respeito! Daí surgiu o Poemas que latem ao coração!”.

A apresentadora e atriz Luisa Mell já é conhecida por sua luta em defesa dos animais: “Minha luta pelos animais é real, é minha causa e a minha vida”. Ela abraçou a proposta deste livro e para ela Poemas que latem ao coração! não é apenas um livro, é um movimento. “Se você se emocionar também, com os poemas, benvindo(a) ao clube dos cachorreiros”, diz Luisa. Para viabilizar o sonho de Ulisses Tavares e Luisa Mell entrou em cena a Rosa Maria Zuccherato da Editora Nova Alexandria. Rosa também é cachorreira: “tenho duas vira-latas, grandes companheiras, sempre presentes nos bons e nos piores momentos da minha vida”. Ela acredita que a poesia é a válvula de escape da alma e que a união do trabalho desses dois grandes amantes dos animais, Ulisses e Luísa, “encheu minha editora de alegria com os poemas que latem ao coração”. Ulisses, Luisa e Rosa já pensam num próximo título: Poemas que miam ao coração!, claro, inspirados, agora nos gatos. “Já temos belos poemas sobre o assunto”, anuncia Ulisses Tavares.

Ulisses Tavares (escritor, compositor e dramaturgo) e Luisa Mell (apresentadora e atriz) elegeram a causa animal como bandeira de luta e de vida. Primeiro porque são cachorreiros (não criadores de cães, mas apaixonados por eles, todos) desde criancinha. Segundo, porque acreditam que, na escala evolutiva, os seres humanos são inteiramente responsáveis pelo bem estar e integridade dos seres que não podem falar ou se defender sozinhos. Mas, nem tanto por isto ou por aquilo, o importante é que amam os animais. É esse amor incondicional que gera coisas como este livro. Destinados a leitores especiais como você, que se comove com os poemas sobre cães e se identifica com a bandeira deles. A bandeira da paz, da ecologia, da convivência fraterna entre as diferenças, sejam entre os humanos ou animais.


Poemas que latem ao coração!
Organizado por Ulisses Tavares
Apresentação de Luisa Mell
Editora Nova Alexandria
120 pp. / 14 x 21 cm / ISBN: 978-85-7492-206-5 / R$ 30,00

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14 Setembro, 2009

era uma vez...

por valéria tarelho

houve um tempo em que eu escrevia poemas infantis e, para minha surpresa, no ano passado um deles teve trechos publicados em material didático do 2°ano do Ensino Fundamental do Sistema Maxi de Ensino, de Londrina-PR.

semana passada a Editora Maxiprint me encaminhou um exemplar do livro e, além do fato de ver o Centopeia ensinando continhas à garotada quando eu sequer imaginava vê-lo em livros de português, simplesmente me encantei com a ilustração! apaixonei! quero mais!!!

vejam só, que centopeia mais perua!!! ;)


clique na imagem para ampliá-la


bateu saudade dessa fase em companhia de dona joaninha, dona baratinha, tartaruga Teresa, coelho Carlito, a lagartixa, a centopeia, dona aranha, o sapo, o gato Fumaça...

vou dar um salto no tempo, para ano de 2002:




sapeando

sapo espuma, espuma
se ensaboa
toma banho na lagoa
em dia quente
cantarolando contente
coaxo, coaxo

sapo pula, pula
dançando livremente
o brejo canta em coro
coaxando alegremente
coaxo, coaxo

sapo infla, infla
incha o papo
espicha a lingua e fisga o almoço
não mexeu nem o pescoço
coaxo, Coaxo

sapo
coaxa, coaxa
infla, infla
pula, pula
espuma, espuma
e sapeia

sapo não faz cara feia!



valéria tarelho

sapinhos: cutecolors.com

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02 Setembro, 2009

escritoras suicidas

por valéria tarelho em

edição 36 no ar

http://www.escritorassuicidas.com.br/edicao36_1.htm

temas: agora é quase amanhã | brinquedo | o nono mandamento

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28 Agosto, 2009

sábado eu vou...

por valéria tarelho em , , ,

vamos??




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20 Agosto, 2009

sarau e pontos de poesia

por valéria tarelho em , , ,


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Casa das Rosas inaugura Sarau da Casa e lança mapa com os Pontos de Poesia.


O evento terá a participação dos poetas Sérgio Vaz e Micheliny Verunschk e dos músicos Felipe Soares, Emiliano Castro e Vinícius Pereira.

Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura promove a primeira edição do Sarau da Casa, atividade que será realizada mensalmente. A cada encontro, o evento receberá dois poetas contemporâneos – diferentes entre si quanto ao estilo, à temática, à geração ou à ideologia – que serão entrevistados pelos apresentadores do evento e farão leituras de seus poemas. O objetivo é valorizar a multiplicidade e a pluralidade da poesia que está sendo produzida hoje.
O sarau também será aberto à participação do público, que terá a oportunidade de apresentar seus poemas. Para encerrar, haverá música de diversos estilos.

Nesta primeira edição, o público ouvirá chorinho, com a participação dos músicos Felipe Soares, Emiliano Castro e Vinícius Pereira.

Micheliny Verunschk, escritora e crítica literária, é colunista da revista eletrônica de literatura Cronópios e colaboradora da revista Continuum, do Instituto Itaú Cultural. Publicou os livros Geografia íntima do deserto (Landy), finalista do Prêmio Portugal Telecom de Literatura, e O observador e o nada (Edições Bagaço). Participou das antologias Na virada do século – Poesia de invenção no Brasil (Landy) e Antologia de poesia brasileira do início do terceiro milênio, publicada em Portugal, em 2008.

Sérgio Vaz
é poeta da periferia e agitador cultural. É o criador da Cooperifa (Cooperativa Cultural da Periferia) e um dos criadores do Sarau da Cooperifa. É autor do projeto “Poesia Contra a Violência”, que percorre as escolas da periferia incentivando a leitura e a criação poética como instrumento de arte e cidadania.

A cidade de concreto também faz poesia

No mesmo evento, a Poiesis, organização social que administra a Casa das Rosas, lança um mapa em que são identificados 32 Pontos de Poesia da cidade onde periodicamente acontecem saraus.

O diretor da Poiesis, Frederico Barbosa, conta que “o projeto Pontos de Poesia surgiu da percepção de que o movimento poético tem se consolidado e crescido muito nos últimos cinco anos na Grande São Paulo, espalhando-se por todos os cantos da maior cidade de língua portuguesa do mundo. Mesmo assim, quando decidimos mapear os saraus poéticos que acontecem nesta metrópole, não imaginávamos que descobriríamos tantos pontos de encontro entre poetas, escritores e amantes das letras”.

Barbosa diz ainda que “este projeto reflete a nossa crença na necessidade de se descentralizar o foco literário, espalhando suas possibilidades e riquezas em áreas carentes de literatura. Pretendemos apontar todos os locais em que a poesia está sendo celebrada e discutida, para que todos, até aqueles que ainda não são amantes deste gênero tão sintético e pungente, possam conhecer a vibrante produção contemporânea desta cidade”.

Serviço

Sarau da Casa
e lançamento do mapa Pontos de Poesia

Casa das Rosas
Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Av. Paulista, 37
(próximo à Estação Brigadeiro do Metrô)
(11) 3285-6986 ou (11) 3288-9447
www.poiesis.org.br/casadasrosas
www.pontosdepoesia.blogspot.com


Estacionamento conveniado:
Alameda Santos, 74
Mais informações:
Assessoria de Comunicação POIESIS
Dirceu Rodrigues (11) 3285-6986

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15 Agosto, 2009

mais um adeus

por valéria tarelho



Iossif Landau agora repousa, mas sua poesia e sua prosa, pulsam.

site: http://www.iosiflandau.com
blog: http://yehudabenelin.blogspot.com


repouso


Nasci na era
do bonde puxado a cavalo,
do lampião a gás,
dos bulevares arborizados,
em casa majestosa,
pela mão de parteira,
sob o olhar severo do rabino.

Amamentado por robusta camponesa,
no meu sangue semita correm
campos de trigo,
pastos floridos,
florestas seculares,
picos nevados.

Renasci num país
de paisagens marinhas,
com palmeiras e sabiás,
à minha alma sombria,
seu feminino encanto
prometeu vida.

Abusei da paciência divina,
que seja vagaroso meu destino,
quero fluir
preguiçoso como o rio mar,
esquecer-me
dos picos nevados,
das duas existências.

Aqui repouso.


Iossif Landau

(do livro Eles, Eu, Outros, 1999)

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14 Agosto, 2009

deu no catraca livre

por valéria tarelho em , ,

já está sendo anunciado o evento Poeta em Cena, que estreia no próximo dia 29, às 20hs, na Casa das Rosas-SP, data e local em que também estarei lançando o livro "Sol a Cio, em uma noite regada a teatro e poesia.


http://catracalivre.folha.uol.com.br/2009/08/encenacao-de-poemas-de-valeria-tarelho


sobre o Poeta em Cena:


Casa das Rosas - Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura

apresenta:


Projeto Poeta em Cena


A discussão sobre as fronteiras entre teatro e literatura é antiga e conheceu diversos extremos: ora a favor da arte da palavra, quando se creditou ao teatro mero status de veículo da literatura dramática, ora a favor da arte da representação, quando se julgou a palavra mero substrato da encenação. Ciente de que a “competição” entre as duas artes nasce da aceitação de semelhanças existentes entre ambas, o projeto Poeta em Cena promove o encontro entre a poesia e o teatro por meio da encenação – e não simples declamação – de poemas de autores brasileiros contemporâneos. As apresentações revelam diferentes modos de visualizar os poemas dentro da linguagem cênica.


Histórico


O projeto Poeta em Cena nasceu da necessidade de se encontrar um meio dinâmico e atrativo de difusão da obra de importantes poetas brasileiros contemporâneos, ainda pouco conhecidos pelo público em geral.
Com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura de São Paulo, a primeira etapa da série desenvolveu-se na Biblioteca Alceu Amoroso Lima, entre agosto e novembro de 2008. A cada mês, o ciclo empreendeu a encenação de poemas de um dos autores convidados, a saber: Roberto Piva, cujo livro de estreia, Paranoia (1963), transformou decisivamente o panorama da poesia brasileira de sua época; Glauco Mattoso, controverso autor surgido na década de 1970, cuja extensa e eclética produção sobrevive a rótulos como “marginal”, “punk” e “pós-maldito”; Alice Ruiz, poeta, letrista e compositora, cuja obra demonstra, desde o primeiro livro (Navalhanaliga, 1980), que simplicidade não corresponde, necessariamente, a simplismo de composição; por fim, Paulo Ferraz, o mais jovem dos quatro poetas, cujo livro mais recente, o longo poema narrativo De novo nada (2007), alterna momentos de humor e melancolia marcados pela experiência urbana.
Mais do que provocar a representação dos textos, a primeira fase do projeto fomentou o diálogo entre artistas de mídias diferentes, abrindo espaço, no final de cada apresentação, para debate entre o poeta convidado, o diretor e o elenco.
Já na Casa das Rosas, a iniciativa encontrou outro formato, dentro do V Verão de Poesia, em janeiro e fevereiro de 2009, com a apresentação, em sequência, dos quatro poetas encenados.
Para essa nova etapa do projeto, a Casa das Rosas propôs a manutenção de um núcleo de estudos da relação entre teatro e literatura, o qual subsidiará a realização de espetáculos que têm a poesia como base dramatúrgica. Serão encenados poemas de Valéria Tarelho, Horácio Costa, Micheliny Verunschk e Ademir Assunção.

Os poetas

Valéria Tarelho
(Santos, SP, 1962)
Valéria Tarelho é representante de poetas que, inéditos em livro, utilizam-se da internet como veículo de divulgação de sua obra. A poesia de Valéria desvela um olhar perspicaz sobre o dia a dia e, em especial, sobre a relação homem-mulher. A poeta trabalha redimensionando a linguagem do cotidiano no universo poético.


Horácio Costa
(São Paulo, SP, 1954)
Sensível aos problemas da pós-modernidade, a poesia de Horácio Costa mobiliza inúmeros registros linguísticos, além de referências culturais e literárias. Poeta andarilho, situa-se frequentemente no “entre”: não quer estar nem no fim, nem no começo, nem no claro, nem no escuro, senão mostrar-se sempre em estático movimento.


Micheliny Verunschk
(Recife, PB, 1972)
A obra de Micheliny Verunschk continuamente aponta para o poder da poesia de instaurar outra realidade por meio da linguagem. A cartografia de seus poemas perfaz um caminho íntimo, mas no deserto: seco, porém mítico. Rica em contrastes, sua poesia extrai, do conflito entre aparência e essência, um inventário de belas imagens tramadas com rigor e sensibilidade.


Ademir Assunção
(Araraquara, SP, 1961)
Um olhar mítico e estranho que se instaura sobre o mundo cotidiano. Na poesia de Ademir Assunção, os ritmos confluem e as referências se confundem: rock and roll, erotismo psicodélico, cultura pop, filosofia oriental, xamãs, orixás... Nela, a porosidade do “eu” põe em xeque a percepção do real, colocando-se no limiar entre sonho e realidade.


DATAS DAS APRESENTAÇÕES:

Valéria Tarelho
Sábado, 29 de agosto, às 20 horas: apresentação teatral seguida de conversa com a poeta
Domingo, 30 de agosto, às 20 horas: somente apresentação teatral

Horácio Costa
Sábado, 26 de setembro, às 20 horas: apresentação teatral seguida de conversa com o poeta
Domingo, 27 de setembro, às 20 horas: somente apresentação teatral

Micheliny Verunschk
Sábado, 24 de outubro, às 20 horas: apresentação teatral seguida de conversa com o poeta
Domingo, 25 de outubro, às 20 horas: somente apresentação teatral


Ademir Assunção

Sábado, 28 de novembro, às 20 horas: apresentação teatral seguida de conversa com o poeta
Domingo, 29 de novembro, às 20 horas: somente apresentação teatral


SERVIÇO
Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura
Avenida Paulista, 37
Tel.: (11) 3285.6986
www.casadasrosas-sp.org.br

Horário de funcionamento
De terça-feira a sexta-feira, das 10 às 22 horas
Sábados e domingos, das 10 às 18 horas (passível de alteração, de acordo com a programação). Convênio com o estacionamento Patropi: Alameda Santos, 74.

Dúvidas, críticas e sugestões: contato.cr@poiesis.org.br


~> e, só para lembrá-los, hoje é 14, dia de poema dia , flashback, de sol a cio....

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12 Agosto, 2009

tattoo do bem

por valéria tarelho em

"Quero ficar no teu corpo
Feito tatuagem
Que é pra te dar coragem
Pra seguir viagem
Quando a noite vem..."
(Chico)




o Alemck (Hard Collors Tattoo) me convenceu a deixar aquela imagem da enquete menos rebuscada em termos de traçado e o resuldado foi esse, com menos riscos, arabescos, rococós & cia interferindo na Poesia.

amei!
;)

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10 Agosto, 2009

post de hoje

por valéria tarelho em

"ciúme", no poema curta-metragem .

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