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31 maio, 2016

despertar

por valéria tarelho em , ,

Amores e amorinhas que seguem meu blog, desculpas duplas: pelo mofo da humilde residência abandonada e pela avalanche de atualizações que farei em junho. São cinco meses de bla bla bla para publicar, tenham paciência,  compreensão e muito "amô" por mim.

Beijos, beijos!

Val


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22 janeiro, 2016

sexta-feire-se

por valéria tarelho em , , , , ,

saia do modo
sério

ame-se
poeme-se

se possível
sambe-se

até o sábado
não ser



valéria tarelho

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21 janeiro, 2016

baião de dois

por valéria tarelho em , ,

doa-se
amor
doce

a quem
me apimente
antes

saboreie
durante

depois
peça outro
prato

( e palite
o paio
dos meus dentes)



valéria tarelho

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lar

por valéria tarelho em , , , , , , ,

"I look at you, and I'm in home"
- Finding Nemo -


Exatamente assim. Você é minha casa, minha idade mais linda, a inocência que ainda teima, impregnada de lembranças de teus olhos. Amêndoas. Olhar que amo.

Meu endereço é você. Teu colo, o lugar onde repouso. Teu abraço, meu retorno ao lar. Teus beijos recebem toda a minha correspondência.

Onde quer que você habite, mora uma certeza: vou me habituar à estampa vintage da sua cortina e ao estilo retrô da sílaba de estar.



valéria tarelho


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20 janeiro, 2016

também bate um coração

por valéria tarelho em , ,

ser feliz é deixar de lado os óculos e enxergar tudo nítido. quatro graus de miopia não embaçam o que sentimos. temos tato. contato. não tememos o labirinto entre nossos lábios.


valéria tarelho

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17 janeiro, 2016

eu não me chamo sharon stone

por valéria tarelho em , , , ,

poemas
apenas
porque
não sei
cruzar
as pernas

para te manter
atento
teso
aceso

lendo-me
por dentro


valéria tarelho


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não me cure de você

por valéria tarelho em , , , ,

te mando cheiros de meu domingo a meio sol. no caminho há jasmineiros em flor, o que perfuma os passos, monitorados por um aplicativo que não foi programado para essas sutilezas. ele também não registra os pensamentos por quilômetro percorrido, nem a natureza (amorosa) das memórias.

o coração tem aguentado o tranco, mas vai disparar ao te rever. leve lenços porque meus olhos ainda são crianças, sem maturidade emocional para os "nãos" do descaminho.

se eu morrer, que seja desse amor que você não sabe como socorrer.
se sobreviver, que nada diminua a minha loucura, meus excessos, este viver você entre o aqui e o além.

karma, meu bem, ainda não tem cura.

assinado eu, seu lado são.


valéria tarelho

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15 janeiro, 2016

adapte-se

por valéria tarelho em ,

O meu amor é elástico, anatômico, dobrável, adaptável.
Moldável, o meu amor - massinha - nas tuas mãos criança.
Maleável, o meu amor - de papel - no teu coração menino.
Mas só enquanto, seu moço, você merecer me comer sem caroço.

valéria tarelho


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da cor do amar

por valéria tarelho em , , ,

a esperança
é anis
turquesa
tiffany

o azul
que ora
me tange

seja a cor
- piscina -
que me atinja



valéria tarelho
* a nossa cor

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14 janeiro, 2016

glossário

por valéria tarelho em ,

pior que não ter amado
é quando você
sabe
o sabor exato
da palavra
amor

- flambado -

e não pode mais
prová-la

- em chamas -

nem no dicionário



valéria tarelho

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