Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo destino

Um lugar para dois

Não. Não foi com medo de avião que segurei pela primeira vez a tua mão. Foi, talvez, com pavor dos pés no chão, que voei ao teu encontro. Foi, céus após tantos desencantos, que pousei no teu pier. Em paz. Peito contra peito. Antes taquicárdico, que tardio (disse-me o eco). A realidade é cruel, tem olhos panorâmicos, tentáculos de titânio, mantém nossas mãos no cárcere. Fora de   alcance.   Foi, sim, com medo de não entrelaçar nossos dedos, que dei asas ao querer-te no tempo presente. Indicativo. A tempo, contento e teto. Sujeitos a atos concretos. Verbos em conjunção. Destino é um​ pássaro selvagem que come nas minhas mãos.   Seguras de ti.   Valéria Tarelho

(en)tanto

"A felicidade é como a pluma Que o vento vai levando pelo ar Voa tão leve Mas tem a vida breve Precisa que haja vento sem parar" Tom /Vinícius não creio em carma causa efeito acaso destino assim estava escrito acredito na brisa que passa na brasa que bisa na bossa nossa no tom no tato no tento eu e tu: momento valéria tarelho da série: vale a pena ler isso de novo? ~~> poemas do extinto mar & cia

sabotagem

[Hoje meu pai estaria comemorando 73 anos, ao lado dos netos que não conheceu. Ironicamente, ele se chamava Jovem e faleceu em 1980, aos 48 anos, de câncer.]