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15 outubro, 2010

perdidamente

por valéria tarelho em , , , ,



                                                           a Florbela Espanca



bela [fera]
quanto mais                                                    
teu poema bate
maior o amor
aflora


o mesmo [en]canto
que perfura trevas
perfuma auroras


peço-te poeta [pétala]
:
espeta mais
tua guerra tanta
a santa paz 
espanca


com flor
bélica




valéria tarelho



"E é amar-te, assim, perdidamente...
                                                    É seres alma, e sangue, e vida em mim
                                                    E dizê-lo cantando a toda a gente!"

                                                  Florbela Espanca

                                                   

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4 comentários:

Anônimo disse...

auuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu...

um lado lo(uc)(b)o mira a face oculta da lua nova.

(devaneio e sentido incerto)

Olívia Comparato disse...

Seu poema deve ter seguido até Florbela. Deve ter chegado a ela como uma fumaça de insenso. E, com certeza, ela se enterneceu e se encantou. Profundamente.
bjs

valéria tarelho disse...

Anônimo, seu uivo não errou o alvo? Acho que mirou no 'interlúdio' e acertou o 'perdidamente'. Em todo caso, valeu ;)

valéria tarelho disse...

Olívia, acho que é a primeira vez que nos encontramos. Para mim, foi um encanto, seu recado é mais que poema.
Obrigada pela perfumada visita!
Beijo!