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11 novembro, 2005

absinto

por valéria tarelho

o fascínio
da palavra
torna líquido
sólidos
abismos

dramas
insólitos
dilemas
insolúveis
vertem mitos
- diluídos -
no poema

rima quero
ver-te boêmia
ritmo que
te quero solvente
vidardente
verve

(Verlaine
que te sinto
verde-vivo)


valéria tarelho

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9 comentários:

Anônimo disse...

Olá.

Li bastante coisa sua por aí.
Gosto do seu jeito enquanto seu.
Legal essas várias vozes contemporâneas que se interpelam e entrelaçam.

Que sempre se faça bem as coisas, a poesia, não importa, exatamente, o jeito.

Beijo,

Thiago Ponce de Moraes
(www.homerbrain.blogger.com.br)

Anônimo disse...

Não sabia q vc lia Paul Verlaine. Saudade de vc. Voce me deve alguma coisa. Gostei dos fractais, aliás escrevi um poema chamado fractais, gostaria de encaminhar ao poeta, se vc me der o endereço. Estou de cama desde a semana passada, sai agora pra lhe dar olhada. Beijos
Sidnei

luizalbertomachado disse...

Ah, sempre encantadoramente apaixonante.
Beijabrações
www.luizalbertomachado.com.br

Maria do Céu Costa disse...

De uma leitura leve este poema, gostei de o ler. Beijinhos.

Anônimo disse...

t e a m o

Carlos Besen disse...

"Verlaine
que te sinto
verde-vivo"

muito bom, que sonoridade!

bj

aureliano disse...

Poesia é simplicidade e mensagem.
É isso. Parabéns.Voltarei para ler mais.

pedro pan disse...

, abro e sinto. lei e fascino. sinos. damas, rimar não quero. boemia espero. vôo verde. espero ver-te.

|abraços meus: pp|

Vin disse...

Maravilhoso, como vinho bom...

E cada dia melhor.