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28 agosto, 2015

por valéria tarelho em ,


de tuas mãos rasgando a seda da palavra esquecida no tempo; desses teus olhos de chama, aquecendo a rima - congelada - da espera; do abraço arrematando a distância no mesmo laço; das horas risonhas aos pés de tua boca deitando beijos; da bagunça dentro e fora do juízo perfeito: lembro.
como se fosse amanhã.


valéria tarelho

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Um comentário:

Anônimo disse...

na percepção do tempo, ao avesso,
recordo de um passo adiante, e muitos tropeços,
olhos no azul, in-tenso,
num jogo sem regras, os dados mostram seu lado propenso
visto gala pra um baile que nem penso
juro juras, recito cópias autenticadas do que nunca prometo
na linha de chegada tinha uma placa: "recomeço"


Em tempo: ...lembro como se fosse amanhã => poxa que sacada.

:)



vVv