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30 junho, 2015

poema para os poros do ocaso

por valéria tarelho em ,


eis
a segunda pele
que me envolve
em fim de sol
:
tua tez

película lúcida
que molda-se
à tônica
dessa minha
natureza

louca


valéria tarelho
29.06.15

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2 comentários:

Ricardo Mainieri disse...

Se tua natureza fosse certinha, Val, não teria graça. Teu brilho como pessoa é o diferencial. Salve a todos que não participam da merdiocridade cotidiana. Beijão. Ricardo Mainieri

valéria tarelho disse...

Acho que poeta algum bate muito bem das ideias...gostar de letrinhas, que doideira!! rsss

Bj