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06 dezembro, 2011

nirvana

por valéria tarelho em ,


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4 comentários:

Dilmar Gomes disse...

Amiga Valéria, teu poema trouxe-me à mente a imagem do ourives lapidando o material para transforma a pedra em joia.
Um abração. Tenhas um lindo dia.

valéria tarelho disse...

Grande percepção, Dilmar! Foi exatamente essa a intenção: o lapidar.
Á primeira vista pode parecer apenas palavras a esmo no 'papel', mas a ideia é o uso mágico dessas palavras curingas embutidas na manga, em busca de algum diferencial.
Para ser sincera, achei que iriam olhar o poema meio de viés, por não dizer [dizendo], mas me surpreendi com a aceitação que ele teve no Facebook, e aqui, através de você!

Obrigadão, um dia de realizações e um super abraço!

Anônimo disse...

...é isso, vero.

Lai disse...

Valéria, você é de outro mundo, de outro instante além e cada poema parece ter vida própria - a sua ( poesia encarnada)…