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21 setembro, 2011

à míngua

por valéria tarelho


porque penso demais
nas consequências
há poemas
não acontecemos


éramos versos
em alta frequência
e rimas tranquilas
quando eu não nos temia

e ainda por cima
havia trema
em nossa língua


valéria tarelho



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6 comentários:

Isabel de Assis Fonseca disse...

Valéria, quanto tempo. Aqui é a Bel, beleleo. Lindo poema. Beijos.

Dilmar Gomes disse...

Amiga Valéria, estou passando por aqui para apreciar tua arte e para deixar o meu abraço.

Batom e poesias disse...

Último verso, fecha com chave de ouro.
Lindo!

bj
Rossana

valéria tarelho disse...

Grata, meus antigos e novos amigos :)

valéria tarelho disse...

Isabel, não consegui acessar seu perfil...me diz onde a encontro, please!!!

Isabel de Assis Fonseca disse...

Ah,sim,estou de blog novo:
http://isabeldeassisfonseca.blogspot.com/

Beijos.