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9 comentário(s):
Olá amiga Valéria, legal o teu poema.
Um abraço fraterno. Tenha uma linda semana.
Gostei. Mande-me seu endereço para o envio do livro. Beijo.
Alguma mulheres parecem ser de marte também!! Aff!!! rsrs
Excelente, Valéria!
Gosto muito de te ler! =)
Felicidade ao te encontrar.
Belo poema!
E quem entenderá esses planetas de órbitas dessemelhantes?
O que leva a correr à fonte?
que não trata as feridas abertas?
que não atende chamados (suplicados),
que não ouve orações, lamentos, solidão...
O que atirar a teus pés?
Que seja de joelhos, de quatro,
De todo jeito que possa te chamar a atenção?
Com abanos e afagos (desejados),
Com chamados esquecidos numa caixa postal abandonada.
O que entregar de bandeja?
Sem disfarce que camufle os sentimentos reluzentes,
Sem vergonhas, sem dignidade, sem raça, sem orgulho,
sem pedigre...
um completo vira-latas.
vc é muito boa!!! poesia levíssima!
Gostei muito das palavras e do seu jogo...
Abraços
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