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20 outubro, 2010

filho da poeta

por valéria tarelho em

Google imagens


entra em cena
o poema
que atiro
a olho

entoa um choro
o poema
que tiro
de ouvido

desde o útero
[ligado ao umbigo]
o poema
me decl-
ama

por instinto


valéria tarelho

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5 comentários:

sidnei olivio disse...

Instintivo e fascinante, o aleitamento da palavra. Beijo.

Dilmar Gomes disse...

É isso ai, amiga; para o poeta, a poesia é uma coisa visceral.
Muito bom.
Um, grande abraço

Í.ta** disse...

im
pe

vel,

valéria.

valéria tarelho disse...

E hoje, dia do poeta, parabéns aos moços aí de cima :)

Leo Wilczek disse...

Lindo.
Aliás, como tudo por aqui. Parabéns. Não pára, bem.

;-)