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28 outubro, 2010

desiderata

por valéria tarelho em , ,

imagem © pereira lopes

pálida
&
polida    
       a palavra
       - poluída -
        posa
        pelada 

não deu
para ser
lida


valéria tarelho

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12 comentários:

Pablo Rocha disse...

Suas palavras são muito bem vestidas, Valeria.

Beijos!

valéria tarelho disse...

vestidas de segundas intenções, Pablo...há algumas minúcias por baixo dos panos :)

beijo!

Colecionadora de Silêncios disse...

Que coisa mais linda! :)

Forma e conteúdo bailando juntos no seu poetar... divinamente envolvidos na nudez do teu cantar!

Beijos

Lídia Borges disse...

A aliteração a casar muito bem com este jogo de palavras.
Sugestivo!

L.B.

Lua Nova disse...

Valéria, há dias que a vida nos dá presentes inesperados e sou daquelas que faz festa, sempre, ao ganhá-los. Hoje tive a grata surpresa de encontrar vc e seu blog. Pra mim foi um presente. Estou absolutamente encantada com sua arte, com sua sensibilidade, com sua poesia. Seu blog é admirável e posso notar, nos detalhes, sua inteligência viva.
Esta poesia em particular é perfeita e diz muito mais do que está explícito.
Enfim, não poderei mais deixar de vir.
Beijokas.
Seguindo...

Graça Carpes disse...

Sob transparentes vestes
... A palavra.

valéria tarelho disse...

às flores aí de cima, obrigada por trazer esse perfume.
elogio é bom, quem não gosta? mas quando for o caso, aguardo os espinhos [tão necessários quanto :)].

beijos, e boas-vindas à adorável Lua Nova!

Anônimo disse...

Pois é...a palavra não é transparente como se imagina, ou se espera...

Henrique.

valéria tarelho disse...

ou se [d]escreve :)

~> amo anônimo que assina e não me deixa com bolhas de curiosidade..rs

Lua Nova disse...

Valéria, fiz um post hoje no meu blog branco e tem lá umas palavras suas. Gostaria que passasse lá e visse. Se gostar, ficarei feliz; se não gostar, farei o que vc disser.
Passe sá, sim?
Beijokas.

http://empoucaspalavrasalheias.blogspot.com/

Anônimo disse...

...tuas letras, avessas ao óbvio, são carregadas de encanto.

sabor divino, de vinho, de adivinho.

Anônimo disse...

Adoro a 'sensação do debaixo do pano' nos versos. rs