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24 julho, 2009

fissura

por valéria tarelho em


imagem de flickr.com/anitah



dear,

as unhas cresceram. querem costas. nuas.
anseiam sob elas: células.

a tua tez. tua textura.

saudade rói, honey. espera urra.
vontade arrrrrrrrrrrrrrrranha.

venha entre já e a hora agora.
e me encontre lá,

mesmo lugar
de nunca .

love,
a tua

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8 comentários:

Anônimo disse...

...eh por estas (e outras) que nunca desisto,
resisto,
insisto,
existo.

(ela sabe encantar a todos com seu talento).

viral.

Anônimo disse...

Maravilha de texto sensual, sonoro.
Sou fissurado no estranhamento que tua escrita provoca.

Henrique A.

Felipe Vasconcelos disse...

Que poema maravilhoso, Val!!!

valéria tarelho disse...

Vini, Henrique, Felipe...grata aos três (mosqueteiros?).
Essa linha "sensual" não é meu forte, mas...

o engraçado é que eu pretendia escrever algo 'dialogando' com o "circo dos prazeres proibidos" e era para ser uma espécie de sms ou telegrama anunciando que as unhas cresceram e que agora as garras estão de fora (acabou-se a submissão), mas o poema se rebelou e tomou um rumo incerto ;)

beijocas,
v

Anônimo disse...

É Val, a leitura é indomada mesmo...

Anônimo disse...

estes rumos incertos tem endereco certo.
Rua do Talento, casa da Val.

viral

Poesias de Amor disse...

Olá,

Adorei sua poesia e seu jeito de escrever!

Grande Abraço;
Lauro Daniel

Shirley Carreira disse...

Parabéns, querida. Lindo como tudo o que você escreve!