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16 outubro, 2008

ribalta

por valéria tarelho

há tempos
me pergunto
o som que
emitiria
aquele affair
feel me
filme mudo

em que croma
e x p l o d i r i a
todo o
black & white
flerte

se ele fosse
se pudesse
acontecesse

à luz de
um dia



valéria tarelho
*revisado às 15:47

imagem de um wallsticker

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5 comentários:

valéria tarelho disse...

zil desculpas a quem passou por aqui antes da revisão...só substitui "cinema" por "filme" (e o feel me rasurado), na primeira estrofe
(ia mexer mais, mas a "coisa" estava tomando proporções gigantescas, parei por aí ;))

beijo,
vt

Tião Martins disse...

vou sentar nesse sofá
sofamiúdo
e cochilar
quase dormir
no filme mudo
só pra esperar
devo aguardar?
léria vir
contudo.

bjs
calor fedepê aqui no rio.

valéria tarelho disse...

aqui no mundo jurássico também :)

Robson Ribeiro disse...

Essa coisa de revisar poemas não dá certo para mim.
Tiro uma coisa, bota outras, tiro outras tantas e daqui a um pouco tenho dois ou três poemas... hihi

Ficou ótimo. Sobretudo pelo cenário que o título ajuda a criar.

//

Estou acabando de ler a biografia de Leminski. Chego agora na fase em que seu corpo já está jogando a toalha.
Caramba! Fico imaginando o que ele estaria fazendo se estivesse vivo hoje.
E lamento muitíssimo não tê-lo conhecido.
Conheci Toninho Vaz num encontro sobre P.L. que ocorreu na biblioteca pública aqui do Rio, mas troquei com ele poucas palavras.

Você já publicou algum livro?

Beijos!

valéria tarelho disse...

Robson, eu gosto dos "poemas no susto", aqueles que praticamente nascem prontos...esses que mexo aqui, modifico ali eu olho torto (e nunca me dou por satisfeira).

Quanto ao "cachorro louco", vou lá no seu blog comentar ;)

Beijo!