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traço-de-(des)união

pintura de claudete prestes fagundes



amor-perfeito
fora flor
- mais-que-perfeita -
que brotara
a destempo
em meu peito

a flor, sedenta
desceu à terra

- de

com

pos

ta -

num dia crítico
de chove-não-molha

ainda hoje lembro-me dela
hifenizando fragrâncias
sem-par
na memória

pansy
pensamento
distância

ad perpetuam rei memoriam


valéria tarelho
~> do baú

Comentários

Anônimo disse…
O que não transformo em palavras,
transforme em respiro


hums

http://moinhodosmundos.blog.com/
Guto Leite disse…
Lindo, Valéria. Que bom ver uma poetisa com tamanho cuidado com as palavras, como flores mesmo, inda plantadas. Brijo grande.

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Amores e amorinhas que seguem meu blog, desculpas duplas: pelo mofo da humilde residência abandonada e pela avalanche de atualizações que farei em junho. São cinco meses de bla bla bla para publicar, tenham paciência,  compreensão e muito "amô" por mim.

Beijos, beijos!

Val