onde você se esconde neste céu de asteriscos asteróides lixo ? cadê você quando pisco despisto o medo enquanto mudo o disco discretamente me dispo ? seu rastro passa em que planeta em qual galáxia brilha sua última poesia ? se há risco de chocar-se comigo [poeta]
Quando o céu escurece Trazendo o negro da noite Azul de constelação Ilumina a madrugada Qual olhar da minha amada
Quando o azul que vem dos olhos Jorra de dentro da alma Feito prisma de arco-íris Rastro de cor vira estrada Qual olhar da minha amada
E se em plena madrugada A distância dessa estrada Guarda o brilho do desejo Deixa trilha pontilhada Feito cauda de cometa
Meu olhar segue esse rastro Através da longa estrada Visita estrela por estrela E faz derradeira morada No olhar da minha amada
;-)
Anônimo disse…
Beleza em todos seus poamas e veras. Neste "sem título", à mostra (outra vez), a presença inconfundível de sua sensibilidade indisfarçável. Insistente e repleta de brilhos camuflados em cada palavra carinhosamente colhida e pincelada por você (sentido, posição, traço, laço, luz e cor, costuradas com muito talento). Palavras sussurradas da alma, dos pensamentos mais íntimos e verdadeiros, (aqueles sinceros, dos monólogos que povoam nossas privacidades) Daquelas meditações-editadas, que vem da reflexão e dos cuidados de não se deixar enganar ou levar pelos escorregões do lugar comum. Que levam todos que se atrevem a mergulhar neste seu mundo a perceber os sentimentos impregnados por aqui. Outra jóia, mais uma. Aplausos a ti (todos e duradouros).
Rogério essa música não consta daquele pacote ~> quero ouvir!!! estamos mesmo sintonizados na mesma estação...é o cosmo conspirando em favor da poesia :) beijo!
Viral: fiquei sem fala. a modéstia só me permite dizer obrigada.
Rogério, vc chama de brincadeira o que eu chamo de uma experiência bem sucedida ~> não vi, mas ouvi. na próxima farei parte da turma do gargarejo (mas avisa com antecedência).
Comentários
Música: FLORIANO VILLAÇA
Letra: ROGERIO SANTOS
Quando o céu escurece
Trazendo o negro da noite
Azul de constelação
Ilumina a madrugada
Qual olhar da minha amada
Quando o azul que vem dos olhos
Jorra de dentro da alma
Feito prisma de arco-íris
Rastro de cor vira estrada
Qual olhar da minha amada
E se em plena madrugada
A distância dessa estrada
Guarda o brilho do desejo
Deixa trilha pontilhada
Feito cauda de cometa
Meu olhar segue esse rastro
Através da longa estrada
Visita estrela por estrela
E faz derradeira morada
No olhar da minha amada
;-)
Neste "sem título", à mostra (outra vez), a presença inconfundível de sua sensibilidade indisfarçável.
Insistente e repleta de brilhos camuflados em cada palavra carinhosamente colhida e pincelada por você (sentido, posição, traço, laço, luz e cor, costuradas com muito talento).
Palavras sussurradas da alma, dos pensamentos mais íntimos e verdadeiros, (aqueles sinceros, dos monólogos que povoam nossas privacidades)
Daquelas meditações-editadas, que vem da reflexão e dos cuidados de não se deixar enganar ou levar pelos escorregões do lugar comum.
Que levam todos que se atrevem a mergulhar neste seu mundo a perceber os sentimentos impregnados por aqui.
Outra jóia, mais uma.
Aplausos a ti (todos e duradouros).
Viral...
estamos mesmo sintonizados na mesma estação...é o cosmo conspirando em favor da poesia :)
beijo!
Viral: fiquei sem fala.
a modéstia só me permite dizer obrigada.
beijo!
Acabei atrevidamente vestindo a carapuça que você jogou...rs
Também, tinha o texto certo pronto oras...
Bobo seria perdesse a deixa...kkkk
Essa canção é recém nascida Val, por isso que não entrou naquela brincadeira...
Mas certamente outras virão...
Um beijo!
Rogerio
na próxima farei parte da turma do gargarejo (mas avisa com antecedência).
beijo!
poesia gostosa de ser lida.
abs!