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Palavrão - Canal Brasil

Especial: XIII Congresso Brasileiro de Poesia

Nesta quinta-feira, dia 10/11, às 21h45m , o Canal Brasil estará apresentando o PALAVRÃO ESPECIAL, gravado durante o XIII Congresso Brasileiro de Poesia, realizado em Bento Gonçalves no início do mês de outubro. A produção é de Claufe Rodrigues.

O já tradicional encontro em Bento Gonçalves reuniu 98 poetas brasileiros e estrangeiros. Claufe Rodrigues entrevista o idealizador do evento, Ademir Bacca, e faz um passeio pelas vinícolas da região, acompanhado dos poetas Jiddu Saldanha e Eliakin Rufino, que especulam a relação entre poesia e vinho.

O especial será reprisado também nos seguintes dias:

sábado, dia 12, às 12h15m
terça, dia 15, às 11h30m

O Canal Brasil pode ser sintonizado pela Net e pela Sky, menos no interior do Rio Grande do Sul, onde o sinal só chega aos assintantes da Sky.

E por falar em Ademir Bacca...

hoje o poeta, artista visual, jornalista, ativista cultural, pessoa encantadora , amigo, pai do Théo, marido da Fernanda, filho do Rio Grande do Sul, aniversaria.
minha singela homenagem segue em forma de poesia e dois fractais de sua autoria.

fractal: caminhante © Ademir Bacca

DO AZUL

De ti
me basta o sol
das manhãs de primavera
que me ofereces
em olhares de um azul
que não cabe no oceano
do poema.

© Ademir Antônio Bacca
* do livro “Pandorgas ao Vento”


fractal: fernando pessoa, © Ademir Bacca

vulto

palavra,
não estou sozinha.
essa minha clausura
admite companhia
: poesia que me povoa,
verso que apavora,
fantasma, que é Pessoa.

© valéria tarelho


trouxe do Sul, na bagagem, muita saudade e o belo fractal acima, presente do Bacca.
Ade, toda felicidade do mundo, vida longa, regada a vinho.

Comentários

Linaldo disse…
gostei muito do vulto, valéria. bjs
julinho disse…
Pô...num cosegui ver.
No 94 era um tal de Edição Nacional...
julinho disse…
Hehe...claro, é no canal 66 aqui!
Fica pra sabado...
Val,
Que poema maravilhoso! Nos dois primeiros versos, um universo. Eu-lírico vira palavra, poeta vira palavra, enquanto palavra vira outra coisa, vira promessa. E segue o poema e a promessa, coisa de futuro, abarca o passado, a tradição, outros poetas, leitores, o poema vira um elo, um portal para o universo da poesia. E,de quebra, ainda deixa uma homenagem! Isso tudo na minha interpretação, que eu tenho certeza, quando olho pra ele, que tem mais
coisa ali, que ele voa mais longe.